"As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória instintiva. O salmão sabe o caminho do lugar onde nasceu sem ter que consultar um parente ou um mapa.(...) Já o Homem pode ser definido como o animal que precisa tomar nota." Luís Fernando Veríssimo
10 maio 2007
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir *
De Usuahia a la Quiaca - Gustavo Santaolalla (Diarios de Motocicleta)
* Homem do Leme - Xutos & Pontapés
25 abril 2007
A Fragata *
Foto de Alfredo Cunha - publicada na edição d'O Século Ilustrado de 27 Abril 1974
Faz hoje 33 anos que o teu pai ia morrendo naquele barco!
Todos os dias vinte e cinco de Abril a minha avó repete esta frase, acrescentando mais um ano, de acordo com o passar do tempo.
E desta forma começa mais uma lição de história, uma lição na primeira pessoa que prende e cativa. Fico absorvida como se estivesse a ler um livro extraordinário ou a ver um filme belíssimo. Ouvir o relato de alguém que esteve no meio da Revolução, por mais diminuto que tenha sido o seu papel, é como fazer uma viagem no tempo. Daquelas viagens que ensinam e nos fazem gostar e apaixonar pela história. Que nos fazem sentir como era viver sem liberdade e como aqueles momentos foram/são da maior importância. É uma viagem no tempo que ajuda a que não se esqueça, para que a memória não de desvaneça. É uma viagem no tempo que me ensinou a saborear e a dar valor àquele momento em que um papel dobrado em quatro é colocado na urna.
24 abril 2007
18 abril 2007
Descoberta 2 em 1
The Awakening - featuring Ursula Rucker, taken from the 4hero album 'Play With The Changes'
16 abril 2007
Palavras #14
in O Tecido do Outono - António Alçada Baptista
02 abril 2007
Força da Natureza
"Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais"
Muito Pouco - Maria Rita
24 março 2007
Palavras #13
Póvoa de VarzimPor maior que seja o amor, a dor, a tristeza, o poder de um coração, ninguém pode recriar o mar. Em sítio mais nenhum."
in O Assobiador - Ondjaki



