"As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória instintiva. O salmão sabe o caminho do lugar onde nasceu sem ter que consultar um parente ou um mapa.(...) Já o Homem pode ser definido como o animal que precisa tomar nota." Luís Fernando Veríssimo
13 novembro 2013
12 novembro 2013
01 novembro 2013
I want to change the world, instead I sleep, I want to believe in more than you and me *
* Keep breathing - Ingrid Michaelson
27 outubro 2013
22 outubro 2013
20 outubro 2013
Carta a Alice #6
Sabes... há uns segundos na manhã, na tarde, na noite, mas principalmente ao amanhecer e ao anoitecer em que o meu peito se comprime. São aqueles pedaços do dia em que a vida me permite sentir-te (novamente). É o meu corpo a reagir à lembrança de te sentir deitada sobre o meu peito, do meu lado esquerdo. Aqueles segundos (ou terão sido minutos...não sei) em que senti o teu peso sobre mim: quatro quilos de gente sobre o meu coração.
Muito pode ser nublado, muito pode ser desfocado, mas o teu peso calibrou o meu peito. E nesses segundos inspiro fundo e fecho os olhos. Nesses segundos vivo uma outra vida. Só nesses segundos.
Muito pode ser nublado, muito pode ser desfocado, mas o teu peso calibrou o meu peito. E nesses segundos inspiro fundo e fecho os olhos. Nesses segundos vivo uma outra vida. Só nesses segundos.
17 outubro 2013
08 outubro 2013
07 outubro 2013

soheir
Há alguns anos atrás este vídeo fez-me escrever este texto.
As memórias sempre foram uma preocupação. Sempre tive medo do efeito erosivo do tempo sobre aquilo que fica guardado no nosso cérebro. De como as reconstruimos conforme as vamos contando.
Hoje, em dia de memória(s), recentes, mas ao mesmo tempo tão fugazes e nubladas só queria ter, finalmente, encontrado O método (cientificamente testado) para as conseguir guardar sem mossa, sem defeito.
06 outubro 2013
dos dias bons salpicados de tristeza
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