15 janeiro 2010

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Custa-me, mais uma vez, constatar que a injustiça continua a ser grande e que catástrofes com dimensões idênticas por vezes têm consequência menores (basta que aconteçam em países ditos "avançados"), outras dizimam populações inteiras. Mas apraz-me perceber que cada vez mais os cidadãos do Mundo se unem, estão alerta, têm iniciativa e agem.

Fernando Nobre

4 comentários:

Luis disse...

chama-me céptico, talvez

os cidadãos do mundo não se unem, nem agem

os governos fazem umas coisas, poucas, para suavizar as consciências

Ana disse...

percebo e na maior parte do dia partilho do teu cepticismo...

mas no que resta de horas acredito que há uns quantos (e, obviamente n falo de governos) que lutam contra a corrente e que o pouco que vão fazendo faz a diferença na vida de uns quantos.

Luis disse...

Tenho muitas dúvidas sobre sobre as "soluções" individuais

Aqui há dias vinha de almoçar, e estava um homem a remexer o lixo num contentor. À procura de restos.

Num impulso, fiz uma coisa que nunca faço. Tirei 20 euros do bolso e dei-lhe. Sem dizer uma palavra e ele recebeu-os sem dizer uma palavra.

Tive vergonha. Mas a vergonha dele foi maior, certamente.

Os seres humanos têm DIREITO a uma vida digna. Por direito e não por esmola e caridade.

Quando uns poucos fazem algo pelos outros, confunde-se muitas vezes com caridade.

Ana disse...

(...) nada mais a acrescentar. bom seria não precisarmos de estar a ter esta troca de ideias, sinificaria q a pobreza não existia

:)